Imagina a tua chefia, com café na mão, sobrancelha levantada, a olhar para o Teams, como quem consulta o boletim meteorológico todas as manhãs.
Verde. Amarelo… Ausente… Voltou a verde! Cinco minutos depois, outra vez ausente.
E assim está construído o centro de operações da produtividade moderna, onde não há dashboard, contexto ou grande ciência por detrás. Há uma bolinha colorida, uma chefia a pensar, com a desconfiança de quem acabou de ver uma fatura da eletricidade: “Será que esta pessoa está mesmo a trabalhar?”
A verdade é que esta desconfiança não nasceu do nada. A Microsoft chamou-lhe “productivity paranoia”: 85% dos líderes dizem que o trabalho híbrido tornou mais difícil confiar que os colaboradores estão a ser produtivos, enquanto 87% dos trabalhadores dizem que são produtivos. Ou seja, de um lado temos chefias a olhar para o Teams como quem vigia arroz ao lume. Do outro, há pessoas a trabalhar, com maior produtividade.
Os dados também não ajudam a fomentar os profetas do “Vamos voltar para o modo presencial 100%.” Se olharmos para números, um estudo publicado na Nature, com 1.612 colaboradores, concluiu que o modelo híbrido melhorou a satisfação, reduziu saídas desnecessárias em um terço e não prejudicou avaliações de desempenho. Portanto, talvez o problema não seja onde trabalhamos. O problema está na empresa continuar a gerir o acesso remoto como quem deixa a porta encostada e espera que ninguém repare.

Recomendamos a seguinte frase para colocar na máquina de café: “Quem trabalha, trabalha em qualquer lado, e quem não trabalha não trabalha em lado nenhum.” - Tânia Gaspar ao Expresso, Coordenadora do Laboratório Português dos Ambientes de Trabalho Saudáveis
Traduzindo para linguagem de escritório: obrigar toda a gente a voltar ao presencial é obrigar as pessoas a desgaste emocional, físico e financeiro. Uma cadeira diferente não transforma preguiça em produtividade. Só muda o cenário. O que as empresas precisam não é de espiar pessoas. Precisam de visibilidade real. Saber quem entrou na rede. Que dispositivo usou. Que acessos fez. Que sessões ficaram abertas tempo demais. Que regras devem ser aplicadas por horário, localização ou IP.
É aqui que entra a QuantumNova. Com a nossa plataforma, equipas de cibersegurança e chefias deixam de depender da “bolinha verde” e passam a gerir o acesso remoto com dados, políticas e controlo real.